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riscos_e_rabiscos

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Ofereço.

Tenho duas ofertas para vocês, minhas/meus queridas/queridos e amadas/amados leitoras/leitores:

 

Oferta nº 1

Uma excelente dor de cabeça, de boa qualidade e de grande eficácia. Tem uma alta performance e uma duração tipo "duracel" (passo a publicidade). Vem acompanhada de certificado de garantia de dois anos e selo da UE.

 

Oferta nº 2

Uma irritação fantástica com os "títulos" dos meu posts aqui do blog. "Títulos" super inteligentes que criam hiperligações a si próprios sozinhos, o último grito em tecnologia na escritura de posts de blogs. Traz um brinde extra: um magnífico quebra-cabeças, conhecido interplanetariamente, intitulado "Como se tira esta m*rd@ daqui ou dou um pontapé ao sapo".

 

Não peRcam, encomendem já por mail ou telefone...

Mail: pepperemfuriaéroubosapo.pt

Telefone: 700 700 700 (custo da chamada 5 euros cada 10 segundos que revertem a meu favor)

 

LIGUE JÁ!

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Muda o tempo...

Mudo eu também! Estava tão bem ontem e hoje estou a modos que "uma lástima". Bom, se calhar estoua exagerar um bocadinho também. :P

 

Apanhei um "fresquinho" ontem ao fim da tarde enquanto esperava pelo autocarro. Foi coisa pouca... meia hora ao frio e ao vento porque o $#&=)%&= sacana do autocarro passou antes da hora.

 

Hoje estou fungosa e aos espirros, pois está claro! E como se isto não bastasse, já tive uma pequena arrelia. Há coisas que me deixam danada porque parece que há pessoas que não têm sensibilidade a determinadas situações. Ou então afzem de propósito... sei lá! Fico.. decepcionada, talvez... não sei se é esta a palavra certa. Mas pronto, é seguir em frente.

 

Agora vou ali dar mais setecentos espirros e grelhar uma postinha de salmão que está a pedir-me para a devorar. E eu vou fazer-lhe a vontade!

 

Hoje não tenho vontade de sorrir.

Se há coisas que me custam a digerir são injustiças e mentiras. E ainda mais se forem para desculpar as próprias atitudes faltosas. E ainda mais se forem contra mim.

 

Como se pode atribuir a culpa a alguém dos nossos próprios erros, da nossa conduta desleixada e irresponsável? Podemos escudar-nos atrás de palavras, de desculpas inventadas ou atitudes ausentes mas nada disto perdoa a leviandade e pouco caso com que tratamos de assuntos deveras importantes e marcantes.

 

Os alertas sucedem-se, as respostas em forma de sorriso ou de presença invisível são as mesmas de sempre. E depois os outros que resolvam o assunto.

 

Deixem os outros fazer aquilo que sabem da melhor maneira possível, não usem pretextos para se desculpar a si próprios e assumam as rédeas da própria vida. Mais ninguém a pode endireitar a não ser os próprios.

Não Me Toque Que Me (Des)Afina!

  

Reconheço que sou um bocadinho comichosa com algumas coisas. Sou assim desde miúda e por mais que tente moderar estas “comichões”, existem algumas que não tenho conseguido… mesmo!

 

E uma dessas “comichões” irrita-me solenemente, faz-me chegar aos píncaros dos meus nervos, do meu stress, ou seja lá o que for!

 

Sabem aquelas pessoas que quando estão a falar connosco, nos estão sistematicamente a tocar nalguma parte do corpo, geralmente no braço? Ai que neeeervos!

Desculpem-me mas ainda não percebi qual o intuito daquele toque insistente e irritante.

 

Será para chamar à atenção? Será para acalmar? Será para ver quanto tempo uma pessoa resiste sem explodir? Será para passar energia? Ou será, ainda, para ver se a pessoa ainda está ali?

Pois em mim, o efeito que tem é o de querer zarpar dali imediatamente, em velocidade warp. Para além disto, exalta-me os nervos de uma tal maneira que até fico cheia de urticária e de pêlos em pé! E quanto a energia… se passarem um fósforo por mim, naquela altura, até faz labareda! Ah mas não sou eu a responsável pelos incêndios aqui do nosso pequeno país Tuga…

 

Mas o pior é que essas pessoas não se enxergam, ou pelo menos fingem. No meu caso, a tendência é para ir recuando para me afastar do toque dessas pessoas. Esses toques são ferros em brasa a tocar nos meus braços. Mas o pior é que quanto mais recuo, mais elas avançam para cima de mim com medo que eu fuja!

 

Sacudo os braços conforme me tocam e a minha voz parece possuída por uma raiva qualquer… mas o que continuo a achar mais incrível é a curta visão periférica e até central dessas pessoas, que são incapazes de ver o quão esse gesto irrita os outros.

 

É que nem todas as pessoas têm o dom de ter um toque agradável, balsâmico e calmante. Não. Isto não é um dom que se adquira, nasce connosco. E muito menos virá de pessoas que têm duas caras e que funcionam por interesses pessoais. Nevertheless (amo esta palavra!) consideram-se o supra sumo não sei do quê e - agora esta é demais! – julgam-se superiores aos outros quando elas próprias não passam de parasitas da sociedade!

 

Deixo aqui um conselho aos eventuais leitores que possam ter este “tique”: evitem o toque enquanto estão a falar com alguém. Tentem controlar-se. É que isso é tão irritantezinhooooo….

 

 

Sapo no Forno à Moda da Pessoinha

                                               

 

 

Ingredientes:

 
- 1 sapo verde, gordo e preguiçoso
- 1 mão cheia de tansos da espécie bloguista
- 2 tomates para dar coragem
- 1 cabeça de alho (para mandar…)
- 1 pitada de  sal para temperar olhos
- pimenta forte para pôr na língua
- manteiga para deixar a pele crocante
- 2 limões bem ácidos para arder bastante
- ervas aromáticas de paciência para polvilhar
 
Preparação:
 
Pegue estrangule no sapo e coloque-o num tabuleiro para ir ao forno a uma temperatura infernal. Tempere o sapo com bastante sal nos olhos, bastante pimenta na língua e sumo de limão q.b. por todo o corpo não esquecendo a zona dos olhos, nariz e boca. Mande o sapo para o alho, depois de retirar as peles da cabeça. Deixe a marinar durante 24 horas.
Ligue o forno com antecedência para atingir uma temperatura infernal. Pegue no tabuleiro onde tem o sapo a marinar e coloque um limão bem grande no orifício rabal do sapo. Esfregue todo o sapo com manteiga para assar bem e ficar com queimaduras de terceiro grau ficar estaladiço. Por fim, pegue nos dois tomates, acerte  coloque em zonas estratégias para lhe dar algum gosto de vingança.
De seguida, coloque no forno. O sapo estará pronto quando gritar socorro a pele estiver bem tostada.
Para finalização do prato, sirva polvilhado de ervas aromáticas de paciência, acompanhado de uma mão cheia de tansos bloguistas. Bom proveito!
 

Confusão de Identidade

Só tenho vontade de espirrar. Talvez seja o meu organismo a tentar expulsar o que me vai na alma… Tenho o nariz a “picar” como se fossem os meus sentimentos e emoções a querer sair. 

 

Ando naquela fase – mais uma vez – em que não me apetece fazer nada, nem falar. O meu dia ideal era estar estendida sobre a minha cama sem ouvir ninguém nem dizer nada a ninguém. O silêncio absoluto. E não estou com a TPM.

 

O dia hoje até nem correu mal. Fui fazer o penso como é hábito e a enfermeira nem me pôs o inadine na loca. Diz que isto já está muito pequeno e não valia a pena. Agora basta só os cuidados de higiene básicos com betadine e uma compressa a proteger. Menos mal… Pode ser que sexta-feira o médico me liberte definitivamente dos pensos. Tenho já uma alergia ao adesivo na zona sentadeira…! Já não bastava a minha mãe ter que me “mudar a fralda” como agora ter que por a pomadinha…

 

Não sei o que se passou hoje, mas os miúdos estavam mais calmos. E consegui dar quase tudo o que tinha planeado para as aulas. Será que estavam assim porque a brutamontes faltou? Será que ela tem o poder de por os putos com os nervos em franja e depois descomprimirem na minha aula que é a seguir? Esquisito…

Finalmente os livros adoptados chegaram à escola. Foi uma alegria geral. Os miúdos adoraram os livros e começámos logo a trabalhar com eles. Espero que isto seja um prenúncio de uma Era e de óptima aprendizagem (sim, porque os meninos não sabem nadinha!). A ver vamos.

 

Fui confundida na rua com a “vizinha”. Epá, não gostei nada. Não me digam que estou com uma aparência tão vulgar que pareço a “vizinha”! Ainda por cima nem sei quem é a vizinha.

Houve uma altura da minha vida em que eu achava que estava parecida com a mulher que lava as escadas do prédio da minha casa. Vocês nem imaginam a figurinha. É o ser mais energúmeno existente ao cimo da terra. Só tem meio neurónio, parece uma trenga a falar, faz um péssimo serviço e é excelentemente bem remunerada. Contra a minha vontade.

Cada vez que me olhava ao espelho via o focinho da outra. Tive que mudar o corte e a cor do cabelo.

Deve ser porque sou parecida com a “vizinha” que a lavadeira pensava que eu trabalhava num café. Careca eu de lhe dizer que era prof. Ou o meio neurónio dela estava de férias ou a tal “vizinha” trabalha nalgum café para que me confundam com ela!

Mas isto de me confundirem com alguém é um fenómeno até bastante frequente. Já por duas ou três vezes que, no café, me confundem com alguém. Deve ser a tal “vizinha”. Está algo errado! Quem será a gaja com quem me confundem? Espero, ao menos, que tenha uma conduta irrepreensível…!

Tenho que pintar as minhas gadelhas de loiro, fazer meia dúzia de lipos e crescer alguns centímetros. Pode ser que assim deixem de me confundir.

 

Remodelações físicas para breve!